“A persistência é a arma de tudo”.
Ontem , dia 23 (sexta-feira), Felipe protagonista de Férias de Arrepiar abriu as portas de sua mansão em Copacabana para equipe do “Conversando com as estrelas” e concedeu uma entrevista. Veja como foi.
CCAE: Felipe, o que você achou da sua participação no livro e até mesmo do livro em si?
F: Eu achei que minha participação foi boa, consegui me expressar bem nas palavras e dar a emoção que o livro precisava e sobre o livro, achei sensacional, estimulou o leitor ler até o final com curiosidade.
CCAE: Bom, oque o livro acrescentou em sua carreira?
F: Acrescentou muita coisa, além de experiência, foi no “Férias de Arrepiar” que comecei bom livros de terror e também teve a renda que foi considerável (risos).
CCAE: E o que você da dona da Pousada e da menina que conheceu lá?
F: Bom, Frau Ingrid era uma alemã mal-encarada e misteriosa, já Bárbara era uma menina linda e esperta que me ajudou a descobrir os mistérios de Miraflores.
CCAE: Que mistérios seriam esses?
F: O quartinho misterioso nos fundos da pousada que havia a foto de Hitler, o desaparecimento da filha do açougueiro...
CCAE: Bom, mas quem era Hitler?
F: Hitler foi um neonazista alemão e assassino que causou a morte de milhares de inocentes em todo mundo.
CCAE: E o que aconteceu no final do livro?
F: Descobrimos que a mulher que havia sequestrado a filha do açougueiro trabalhava na pousada e que a foto não era de Hitler e sim de Odie (também filho do tal açougueiro) que estava sendo procuro em São Paulo por práticas neonazistas.
CCAE: Bom, alguma mensagem de incentivo a leitura do livro?
F: Sim, leiam pois é um livro que mistura ação com o terror, muito bom.
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